De Paulo Sempre a 3 de Agosto de 2006 às 15:18
Não foram própriamente as palavras que me deixaram um desassossego preocupante, foram , isso sim, as imagens degradantes de um Alentejo profundo, triste, melancolico. O monte alentejano, onde nasci, ainda é hoje a mais nobre recordcão de infância: contos dos velhos em noites de Inverno sob grandes chaminés de chouriços, linguiças e paios pendurados.O restolho a secura dos campos e verões escaldantes, ainda me fazem "suar" no gabine de ar condicionado e alcatifas de «arraiolos». O urbano das grandes metroples nunca expulsou de mim a criança rural nem a frescura da água das noras onde os alcatruzes "choravam" dia e noite porque a horta pedia água e mais água.
Obrigado pela imagens.
Paulo


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